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29/12/2016

Mineradoras aproveitam bonança para repetir ganhos em 2017

Fonte: Bloomberg

Mineradoras haviam explorado uma das minas de carvão mais antigas da Austrália por quase um século quando as operações foram paralisadas há um ano, sob o impacto da queda global dos preços das commodities. Agora, a controladora Glencore está retomando a produção na mina de Queensland, o sinal mais recente de um período de bonança que está ajudando as maiores produtoras de metais e de energia a sair da corda bamba.

Os preços de praticamente todas as commodities, do minério de ferro ao zinco, dispararam em 2016, em um movimento de recuperação dos níveis mais baixos em muitos anos, puxado por cortes na produção e demanda mais forte que reduziram os excedentes. As maiores empresas do setor –BHP Billiton Ltd., Rio Tinto Group, Vale SA e Glencore– devem obter lucro combinado de US$ 26 bilhões nos seis meses encerrados em dezembro, o maior valor em dois anos, e 40% superior ao resultado do primeiro semestre, segundo estimativas compiladas pela Bloomberg.

A expectativa é que a temporada de ganhos continue. Analistas projetam lucros maiores em 2017, que reforçariam o balanço das mineradoras e favoreceria a busca por aquisições, aumentaria dividendos e reduziria dívidas. Se o setor de construção na China, maior consumidor de metais, permanecer aquecido, a recuperação da demanda deve persistir, segundo análise do Macquarie Group Ltd. Bancos como o Morgan Stanley elevaram suas estimativas para os preços dos metais e lucros de produtores.

Cenário de ganhos

Em fevereiro, a BHP, maior mineradora do mundo com sede em Melbourne, deve divulgar lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização de US$ 8,5 bilhões nos seis meses encerrados em 31 de dezembro, cerca de 35% acima do período entre janeiro e junho, de acordo com a média das estimativas de três analistas compiladas pela Bloomberg.

No caso da Glencore, com sede em Baar, na Suíça, o avanço seria de 24%, para US$ 4,9 bilhões, enquanto a estimativa para a londrina Rio Tinto é de aumento de 20%, para US$ 6,4 bilhões. Segundo previsões de analistas, as quatro maiores mineradoras do mundo devem apresentar lucro combinado de US$ 27 bilhões no primeiro semestre de 2017. Embora as minas estejam gerando mais caixa, “a questão é olhar além”, disse Michelle Lopez, gestora de investimento da Aberdeen Asset Management Ltd, de Sydney, que administra US$ 403 bilhões em ativos, entre eles ações da BHP e da Rio Tinto. Ela questiona a sustentabilidade da valorização dos preços, já que a China pode reverter sua política de usar menos carvão e porque as minas de minério de ferro estão expandindo a capacidade.


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